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Negar a Sul-Americana é negar a própria história

É a única competição que o Atlético possui chances de vencer

24/05/2019 às 03:12
Negar a Sul-Americana é negar a própria história

Disputada desde 2002, a Copa Sul-Americana sucedeu as Copas Mercosul/Merconorte, que haviam substituído a Copa Conmebol e tem como objetivo ser a segunda competição do continente, tal como a Liga Europa.

Tal como fez em 2018, o Atlético disputa a edição de 2019 com equipe mista, em total desprezo ao torneio.

Ao desdenhar da Sul-Americana, o clube alvinegro despreza sua própria história, já que foi bicampeão da Conmebol, em 1992 e 1997. Na prática, tem dois títulos da segunda competição mais importante do continente.

Enquanto o Palmeiras trata o título da Copa Rio de 1951 como um Mundial de Clubes, o Atlético desvaloriza a sua história de títulos.

A prática de desvalorizar sua centenária história é reincidente no clube. 

Em 1937 o Atlético foi campeão da Copa dos Campeões, primeira competição oficial interestadual do Brasil, mas quase não se fala dessa conquista.

Até um dos maiores times da história do Galo, composto por Reinaldo e companhia, não tem o merecido reconhecimento pela conquista, em 1978, da Copa dos Campeões, organizada oficialmente pela CBF.

O Atlético é um clube tradicional e centenário, o qual respeitar e valorizar a própria história o faz maior do que já é.

No caso específico deste ano, sendo bastante racional e franco, a única competição que o Atlético possui chances de vencer é a Sul-Americana, uma vez que não possui plantel suficiente para conquistar a Copa do Brasil e muito menos o Brasileirão.

Por outro lado, a Sul-Americana possui clubes mais frágeis da América do Sul e, sem dúvidas, o único concorrente do Atlético ao título é o Corinthians.

Ainda dá tempo de o grande alvinegro mineiro recontar a sua história e partir rumo ao “inédito” título da Sul-Americana, que vale vaga na Libertadores, na Recopa e na Copa Suruga.

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